BIODIESEL E BIOGÁS - usinas com tecnologia alemã

GERT ROLAND FISCHER, engenheiro estrategista para energias alternativas das mudanças do clima. Este espaço é reservado para os processos de produção de Biodiesel e bioGás. CONSULTAS - PROJETOS - ASSESSORIA - EDUCAÇÃO AMBIENTAL

BIODIESEL E BIOGÁS - usinas com tecnologia alemã

GERT ROLAND FISCHER, engenheiro estrategista para energias alternativas das mudanças do clima. Este espaço é reservado para os processos de produção de Biodiesel e bioGás. CONSULTAS - PROJETOS - ASSESSORIA - EDUCAÇÃO AMBIENTAL
<  Agosto 2008  >
S T Q Q S S D
        1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
25 26 27 28 29 30 31
Receba os posts
Terra Blog

13.08.08

Biocombustível sustentável já tem a sua

categorias: NOTICIAS DO B100
Biocombustível sustentável já tem a sua "cartilha"
Após meses de discussões, será divulgada hoje em Lausanne, na Suíça, a primeira minuta com critérios e padrões internacionais que deverão ser seguidos para a produção sustentável de biocombustível - aquele que não derruba florestas, nem contribui com as mudanças do clima e a escassez de alimentos no mundo.

O consenso, visto até pouco tempo como improvável, dado os interesses comerciais e econômicos antagônicos, foi alcançado por mais de 300 empresas, instituições acadêmicas, grupos ambientalistas e agências governamentais que compõem a chamada Mesa Redonda sobre Biocombustíveis Sustentáveis (MRBS). O conselho diretor graúdo dá a dimensão da discussão - entre eles estão Shell, Petrobras, British Petroleum, Bunge e Toyota, além das ONGs WWF e Amigos da Terra-Amazônia Brasileira.

A Mesa Redonda definiu 12 critérios que abrangem desde o uso da água e do solo, segurança alimentar e desenvolvimento social, até emissões de gases-estufa. Esses critérios ficarão em consulta pública por 90 dias, período no qual interessados no assunto poderão fazer comentários. A expectativa é que até o início do próximo ano a versão final do documento seja aprovada.

"Esta é a primeira pedra fundamental de um processo para garantir a sustentabilidade nos biocombustíveis", afirma Roberto Smeraldi, diretor da Amigos da Terra-Amazônia Brasileira, e porta-voz do grupo no país. Ele explica que os critérios não serão compulsórios. "A idéia é que eles ajudem a abrir mercados para produtores. É voluntário. Mas quem quiser ter biocombustível certificado, terá que passar por isso".

Como nos demais processos desse tipo (soja e óleo de palma também têm suas mesas redondas), as discussões iniciais que culminaram com o documento foram conflituosas. O ponto mais esperado pelos compradores resultou no terceiro critério, o das emissões dos gases de efeito estufa que superaquecem o planeta. "De todos os princípios, esse é o que mais se destaca", diz Smeraldi. "Isso", continua, "tem a ver com produtividade. Qual as culturas que necessitam mais fertilizantes derivados do petróleo? De que adianta ter um biocombustível que emite tanto ou mais carbono para ser produzido?". O critério, portanto, é claro: os biocombustíveis devem contribuir para a diminuição desses gases.

Outro ponto polêmico é o uso da terra, no histórico caminho do grão, que empurra o boi, que derruba a mata e acende alertas na Europa. Na última reunião do G-8, em julho, o assunto dominou os encontros. Na ocasião, a Comissão Européia cobrou do Brasil garantia de sustentabilidade do etanol e avisou que o país só avançaria em sua estratégia de transformar o etanol em commodity global se assumisse "comprometimentos concretos" no combate à mudança climática.

Formada há 18 meses, a Mesa Redonda sobre Biocombustíveis Sustentáveis tinha como objetivo único responder a essas inquietações, criando padrões internacionais que norteassem os produtores. "Mas notamos que havia desequilíbrios", diz a francesa Geraldine Kutas, assessora internacional da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar). "Não havia nenhum representante de produtores de países em desenvolvimento. Queríamos fazer sugestões a esses critérios. Temos necessidades diferentes".

Segundo ela, uma das ações da Unica, que aderiu ao grupo apenas em maio, foi lembrar que sustentabilidade significa também a viabilidade econômica. Diz o 11º critério: os projetos de biocombustível deverão implementar um plano de negócios que reflita o comprometimento com eficiência econômica.

O texto que será apresentado hoje é aceitável para os diversos "stakeholders", diz ela. Após sua aprovação, a Mesa Redonda decidirá se ampliará a atuação como certificadora de selos de sustentabilidade para biocombustíveis, a exemplo do que existe no setor madeireiro. Outra idéia é a criação de escritórios regionais para o desenvolvimento de índices específicos para as realidades dos países. Os produtores terão um tempo - ainda não definido - para se adequar aos critérios.(Fonte: Valor Econômico/Bettina Barros, de São Paulo)

R$ 9,5 milhões para biocombustíveis

categorias: NOTICIAS DO B100
R$ 9,5 milhões para biocombustíveis

O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) lançou, por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), dois editais cujo objetivo é apoiar atividades de pesquisa e inovação para produção de biocombustíveis.

Serão repassados, ao todo, cerca de R$ 9,5 milhões para projetos nas áreas previstas nos editais. As propostas devem ser submetidas até 22 de setembro.

O primeiro edital, cujas ações integram o Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB), é direcionado a projetos na área de cultivo de plantas de ciclo curto para produção de biodiesel. O valor total dos financiamentos é de R$ 4,5 milhões, recursos provenientes do Fundo Setorial do Agronegócio (CT- Agronegócio).

O segundo, que conta com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), selecionará projetos que visam à utilização de co-produtos associados à cadeia produtiva de biodiesel. As propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor de R$ 5 milhões.

Os resultados dos dois editais serão divulgados a partir de 24 de outubro e os projetos contratados a partir de 24 de novembro. As propostas devem ser apresentadas sob a forma de projeto e encaminhadas ao CNPq, exclusivamente pela internet, por meio do formulário de propostas on-line. (Fonte: Agência Fapesp)

31.07.08

Adriano Benayon da sua Opinião

categorias: OPINIÃO

Caro Beto Almeida,

Grato por me ter transmitido o artigo abaixo. Estou-lhe enviando com breves observações após alguns dos trechos dele.

Abraços, Adriano Benayon

Etanol, de herói a vilão

por jpereira — Última modificação 28/07/2008 17:14

Contribuidores: Maria Luisa Mendonça



Novos estudos comprovam que os agrocombustíveis não combatem a mudança climática, provocam impactos ambientais e alteram o preço dos alimentos



Maria Luisa Mendonça *

Apesar do esforço do governo brasileiro para convencer a comunidade internacional [AB. Essa expressão “comunidade internacional” não descreve qualquer coisa que tenha existência real. Usar essa expressão é sintoma de estar enganando com o discurso a serviço do Império ou de estar sendo enganado por ele.] de que o etanol brasileiro é “renovável”, houve uma mudança significativa em relação a essa imagem, entre 2007 e 2008. Recentemente, denúncias de problemas sociais e ambientais fizeram com que a União Européia reduzisse sua meta de uso de agrocombustíveis, fixada inicialmente em 10% até 2020.

Em 7 de julho de 2008, o Comitê de Meio Ambiente do Parlamento Europeu aprovou a redução dessa meta para 4% até 2015, quando uma nova resolução será adotada a partir de estudos mais aprofundados sobre seus impactos. A meta de 4% inclui o uso de hidrogênio e energia elétrica nos transportes, o que significa uma redução ainda maior na utilização de agrocombustíveis.

Dois dias entes da votação, agência de notícias France Presse havia registrado reunião informal de ministros de Energia da União Européia e descreveu que “o que parecia ser um impressionante engano por parte de políticos em Bruxelas chega a tal ponto que a imagem dos biocombustíveis mudou em um período de meses, de salvadores do clima para forasteiros do clima”. (EU ministers 'discover' biofuels not an obligation after all, 5/7/2008).

Segundo nota da organização Amigos da Terra, “membros do Parlamento Europeu votaram para reduzir de forma significativa as metas de promoção de biocombustíveis diante de evidências crescentes de seus impactos no preço dos alimentos, nos povos e na biodiversidade, e de sua incapacidade de combater a mudança climática”.



O próprio Comitê Científico da Agência Européia de Meio Ambiente (EEA - European Environment Agency) havia recomendado a suspensão da meta de 10% na utilização de agrocombustíveis e avaliado a necessidade da realização de estudos mais abrangentes sobre seus riscos.

O problema de muitas pesquisas realizadas anteriormente foi excluir os impactos ambientais do modelo de produção, de utilização de recursos naturais (como terra e água) e da pressão sobre áreas de preservação ou de produção de alimentos. Uma reportagem da revista Time observa que a maioria dos estudos tem calculado o potencial de seqüestro de carbono dos agrocombustíveis sem levar em conta o impacto da implantação de monocultivos em áreas onde a vegetação e o solo acumulam uma quantidade maior de carbono.[AB. Pessimamente redigido, e de qualquer modo sem sentido. Áreas que acumulam vegetação como? Só se for se lá se estiver fazendo crescer plantas.] “É como se esses cientistas imaginassem que os biocombustíveis fossem cultivados em estacionamentos”, comenta a matéria (O mito da energia limpa, 14/4/08).

Um dos estudos mais importantes sobre a mudança nas formas de utilização da terra e sua relação com o aumento nas emissões de carbono foi publicado pela revista Science (28/2/2008). Os autores afirmam que “a maioria dos estudos anteriores descobriu que substituir gasolina por biocombustíveis poderia reduzir a emissão de carbono. Essas análises não consideraram as emissões de carbono que ocorrem quando agricultores, no mundo todo, respondem à alta dos preços e convertem florestas e pastos em novas plantações, para substituir lavouras de grãos que foram utilizadas para os biocombustíveis”.

[AB. Esses sujeitos de cientistas não têm absolutamente nada. São apenas serviçais das indústrias de petróleo e das ONGs que usam a questão do meio-ambiente como gazua para penetrar nas políticas públicas dos países que acreditam em vigaristas ou cuja camada dirigente está cooptada por eles. O próprio desmatamento para plantar culturas que têm folhas, como é o caso das matérias-primas dos agrocombustíveis, permite seqüestrar carbono. Preservar a floresta, ao contrário, não seqüestra carbono algum, pois, não havendo mais crescimento de plantas, não há absorção de carbono da atmosfera.]

O artigo cita o aumento do preço da soja como fator de influência para acelerar o desmatamento na Amazônia e estima que seu cultivo para a produção de diesel resulta em uma “dívida de carbono” que levaria 319 anos para ser compensada. De acordo com o pesquisador Timothy Searchinger, da Universidade de Princeton, “Florestas e pastos guardam muito carbono, portanto não há como conseguir benefícios ao transformar essas terras em cultivos para biocombustíveis”.

[AB. Esses ignorantes e desonestos a serviço do Império não sabem ou fingem não saber que a soja é plantada em outras regiões do Brasil, e não, na Amazônia. Além disso, ela não é plantada para produzir óleo combustível (pois nisso seu rendimento é miserável), mas, sim, para exportar farelo (por parte do agronegócio) para alimentar animais no exterior. A culpa não é da soja, nem da cana nem de planta alguma. É do modelo concentrador dominado pela oligarquia das potências hegemônicas.]

Essa pesquisa demonstra que os efeitos da produção de agrocombustíveis devem ser avaliados a partir de todo o ciclo da expansão de monocultivos. No Brasil, sabemos que as plantações de cana avançam rapidamente, além de “empurrar” a fronteira agrícola das fazendas de gado e soja. Diante disso, um estudo confiável de impacto ambiental teria que incluir todo o setor agrícola. [AB. O problema não está na cana-de-açúcar, mas na monocultura, decorrente dos interesses dos importadores de etanol para seus automóveis e na subordinação da política econômica do Brasil a esses interesses.]

Em janeiro de 2008, o Instituto de Pesquisas Tropicais Smithsonian constatou que o etanol produzido a partir da cana-de-açúcar e o biodiesel feito a partir da soja causam mais danos ao meio ambiente do que os combustíveis fósseis. A pesquisa alerta para a destruição ambiental no Brasil, causada pelo avanço das plantações de cana e soja na Amazônia, na Mata Atlântica e no Cerrado. Segundo o pesquisador William Laurance, “a produção de combustível, seja de soja ou de cana, também causa um aumento no custo dos alimentos, tanto de forma direta quanto indireta” (Agência Lusa, 9/1/2008).



Um relatório da entidade The Rights and Resources Initiative (RRI) revelou que a atual demanda por alimentos, por novas fontes de energia e fibras de madeira para fabricação de papel deve causar “mais desmatamento, mais conflito, mais emissões de carbono, mais mudanças climáticas e menos prosperidade para todos” (BBC News, 14/7/2008, Forests to fall for food and fuel).



A divulgação desses estudos confirma as denúncias de organizações sociais e demonstra a mudança de tom no debate internacional. Como observou o jornal El País “diversos centros de pesquisa e a maior parte dos grupos ecológicos e de direitos humanos emitem diariamente declarações, afirmando que os biocombustíveis não contribuem para combater as mudanças climáticas. Essas provocam graves impactos ambientais em regiões de alto valor ecológico, alteram o preço dos alimentos e que consolidam um modelo agrícola de exploração trabalhista e alta dependência de grandes multinacionais” (Biocombustíveis perdem o rótulo ecológico, 31/3/2008). No Brasil, há evidências de sobra para comprovar estes impactos. Como lembra a sabedoria popular, a pior cegueira é daqueles que não querem ver.



Maria Luisa Mendonça é jornalista e coordenadora da Rede Social de Justiça e Direitos Humanos.

16.07.08

OFERTA DE ACIDO PIROLENHOSO.

ACIDOS PIROLENHOSOS

OFERTA DE ACIDOS PIROLENHOSOS.

 

Com a implantação de processos de produção de carvão vegetal licenciados pelo IBAMA e pelas agencias estaduais de Meio Ambiente como é o caso da CETESB de São Paulo passa o pais a ter uma nova matéria prima a disposição da industrias química e agroquímica.

As ofertas estão surgindo e a demanda esta aumentando com os preços em patamares animadores.

GRF-consultoria ambiental esta disponibilizando ofertas acima de 300.000 litros por mês.
Estamos recebendo ofertas de compradores

gfischer.joi@terra.com.br

Fones (47) 3436 0647 e 99858647

Joinville - sc